terça-feira, janeiro 02, 2007

Vinho do Porto


Maré cheia dita o ritmo

e a areia úmida escorrega.

Seus grãos unidos.

Mar revolto,

espumas a saltar.

Pedras sempre imóveis.


Barco ancorado.


Noite esquecida de estrelas

ao longe, um fado se faz escutar.


Não há tréguas para o cais.


(Edward, o amigo visitante)

Nenhum comentário: